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terça-feira, 6 de junho de 2017

Mensagem da Semana

Prosperidade e Espiritualidade estão muito mais ligadas do que as pessoas pensam...



Prosperidade refere o estado, qualidade de próspero; ventura, êxito, fartura, riqueza.
Todos nós desejamos, e queremos, que exista na nossa vida.
Queremos que o bolo que fazemos, fique saboroso; que o vestido da filhota fique perfeito; que a pintura da sala fique certa em todos os cantos; que o trabalho da faculdade seja valorizado; tantas situações e sonhos que podemos referir.
Começamos de pequenos a escutar que devemos fazer o melhor… Muitas vezes, crescemos com um valor que ao associar-se às nossas características e outros valores, acaba por ser distorcido e tornamo-nos perfeccionistas, ou inseguros.
Nos dias de hoje, os paradigmas estão a mudar e descobrimos que manter alguns valores, atitudes é muito vantajoso, e por outro lado, há alguns menos eficazes, e torna-se evidente que nos bloqueiam.
Se nos imaginarmos qual folha que segue o fluxo de um rio, avistamos com maior facilidade o que significa fluir. Fluir e deixar andar, não são sinónimos. No primeiro, somos pró-activos, no segundo encontramo-nos na zona de conforto.
O conceito de ego, hoje em dia, representa a nossa auto-estima e nalgumas teorias espiritualistas o nosso eu terreno, diremos assim, dando uma conotação menos positiva. Freud criou o conceito de “ego”, sendo como o mediador entre o “id” e o mundo externo, a racionalidade. O conceito de egoísta acabou por ficar agregado e muitas vezes, associa-se ego a essa imagem.
Ora, vamos olhar para o seu lado positivo – auto-estima – e ele é crucial quando pensamos em prosperidade.
Numa perspectiva holística, integrar a nossa espiritualidade para atingirmos o que ambicionamos, é viver com todas as nossas capacidades que somos.
Espiritualidade vem do latim “spiritus”, que significa respiração ou sopro. Diz o Dicionário Michaelis, Espírito é o “Princípio animador ou vital que dá vida aos organismos físicos”…“a espiritualidade é a busca de respostas sobre os mistérios da Vida e do Cosmos por quem não as encontra no mundo material... “ (http://lifestyle.sapo.pt/astral/espiritualidade/artigos/a-espiritualidade-e-a-pseudo-espiritualidade).
Ora, a prosperidade, a maior parte das vezes está associada a um mundo material, ao invés de que o ser-se espiritual insere-se noutro ambiente.
Como conciliar este equilíbrio?
Como empreendedor/a encontras estratégias/comportamentos/hábitos que são conhecidos como eficazes, e são empregues em qualquer área da tua vida.
Disciplina, confiança, perseverança, gratidão, foco, curiosidade, equilíbrio, flexibilidade, visão > algumas das características a desenvolver-se como empreendedor e ser espiritual.
Após conhecermo-nos com verdade e aceitarmo-nos, a busca de sermos melhores seres passa por nos focarmos em nós.
Partilhando a minha experiência, torna-se mais fácil a visualização de um processo que pode ter similaridades com o teu percurso.
A busca de me conhecer, e compreender, começou desde a adolescência, com uma tremenda sede de aprender, apreender os mais variados processos e fenómenos comportamentais, recolher informação. Cresci num ambiente em que ler, aprender, trocar ideias, questionar, ter tido exemplos de regras sociais não-convencionais, despertou em mim desde muito cedo, o hábito de pensar por mim, não ser dogmática, ser livre.
A par disso, existiu o processo de crescer como ser espiritual, diremos assim. Também essa caminhada teve características muito próprias e hoje acredito que,cada vez mais, que é um processo em movimento, em constante crescimento.
Uma das questões que se me apresentava era: como empregar as capacidades em meu próprio benefício. Foram lições atrás umas das outras, até hoje.
Fui descobrindo que algum do meu insucesso estava relacionado com as crenças inconscientes que estavam guardadas.
Alguns livros ajudaram-me a descortinar perguntas que nunca tinha colocado, tais como: a forma como os nossos pais vivem e gerem o dinheiro, e episódios que vivemos directamente ou observámos, podem contribuir para a forma como está bloqueado em nós um processo de prosperidade.
Observando-me e a outras pessoas, descobri que a culpa, a desvalorização, o não acreditar que podemos ter o que desejamos, as expectativas, os hábitos e atitudes enraizados, são verdadeiros obstáculos para que a nossa energia esteja em equilíbrio e por consequência em harmonia com o Universo.
Passo-a-passo foram-se diluindo algumas “rochas”, e até há bem pouco tempo vivi um episódio que senti ter sido crucial nesse desmantelar de “chips” de modo a atingir uma tranquilidade e confiança maiores.
O que aconteceu?
Uma pessoa amiga fez um exercício comigo, que admito o meu inconsciente aceitou fazer com alguma relutância. A união de estar consciente e a persistência da outra pessoas foi mais forte e venceu.
Em que consistia esse exercício de modo a trabalhar a prosperidade? Tendo as minhas mãos juntas de palma para cima, e olhando nos olhos da outra pessoa, e havendo um conjunto de notas, fui repetindo as frases que a outra pessoa dizia, à medida que me colocava as notas nas mãos: “Eu, este mês, recebo 100 euros, 200 euros, 300 euros, 400 euros, 500 euros, 600 euros, 700 euros por ajudar outras pessoas”.
Cada nota que entrava nas minhas mãos,ia repetindo. Iria dizer 10 vezes, como 10 meses do ano. O que sucedeu? Ao terminar o segundo mês, repliquei: que já tinha sido muito. A dificuldade de sentir o dinheiro como meu (uma vez que não era)e achar sem essa entrega total, não valeria a pena. A pessoa insistiu, argumentando que eu estava a fugir, a bloquear-me. Continuei… No final do 4ª e durante o 5ª mês as lágrimas começaram a rolar, uma vez que tinha um enorme nó na garganta. Reconheci esse sinal, que em mim, significa uma dificuldade emocional. Permiti-me vivenciar esse momento. Nos meses a seguir, já conseguia dizer a frase sem dificuldade. No final de cada mês acrescentava esse valor ao que já havia acumulado. O 11º mês a frase adequava-se a férias e o 12º mês ao natal. No final, deparei-me com uma surpresa: ao entregar o dinheiro, escutei um pensamento: vou emprestar-lhe este dinheiro. Fiquei mesmo admirada por sentir aquela energia. Era o sinal de que algo tinha sido diluído.
Fiquei muito feliz e agradecida por aquele momento, pela insistência, e a alegria marcou o dia e a nova etapa na minha vida. Senti-me um ser humano mais tranquilo e mais perto do meu Eu.

Ana Guerra

(escrita sem acordo ortográfico)

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