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segunda-feira, 6 de março de 2017

Mensagem da Semana: Assertividade

Do Latim ASSERTUS, particípio passado de ASSERERE, “afirmar, manter, clamar direitos sobre algo”, de AD, “a”, mais SERERE, “juntar-se fazer parte de” O termo assertividade é originário de asserção. Fazer asserções quer dizer afirmar, do latim afirmare, tornar firme, confirmar e declarar com firmeza.


A atitude assertiva classifica-se como o equilíbrio entre dois comportamentos, um por excesso (agressão), outro por falta (submissão). Ser assertivo significa que se diz com firmeza, sem agressividade nem submissão, o que se sente, pensa, a opinião pessoal, o que se quer expressar ao outro; quando defendemos os nossos direitos sem violar os direitos do outro, ao fim ao cabo.

Exemplos que podem demonstrar assertividade: capacidade de defender direitos legítimos, de expressar opiniões pessoais, de fazer e recusar pedidos; fazer e receber elogios, expressar afectos positivos e até negativos, iniciar e manter um diálogo tranquilo.


Comportamentos não assertivos:

Manipulativo

Este comportamento procura a satisfação das necessidades pessoais violando os direitos do outro, mas fá-lo de forma indirecta; manipulando a vontade do outro; acabando este por dizer ou fazer algo contra a sua vontade

Passivo

aquele em que a pessoa deixa de se expressar as suas necessidades ou preferências, emoções e opiniões; é quando viola os seus próprios direitos, e acaba por permitir ao outro que o faça

Agressivo

quando a pessoa se expressa de uma forma hostil, exigente, ameaçadora ou punitiva para com o interlocutor; defende os seus direitos, à custa da violação dos do outro

Exemplos: 

1. Exemplos de atitudes tidas por nós.

- «se fosses mesmo um bom colega, tu...»
- «se fizeres isso então eu não sei o que farei» (chantagem emocional);
- «eu penso que devias» (decidir no seu lugar);
- «eu faço isso por ti» (paternalismo);
- «se me fizeres isto, ficar-te-ei eternamente grato» (oferecer recompensas);
- «não sei bem, pode vir a ser difícil para mim fazer isso» (evitar indirectamente a tarefa);
- «tu pareces um bocado à nora com esse trabalho» (explorar as vulnerabilidades do interlocutor);
- «isto interessa-te» (fazer de conta que se pensa nos interesse do outro quando se está a pensar nos próprios);
- «não me importo» (forçar passivamente o outro a fazer as coisas por ele, julgando-o depois se elas correrem mal);
- «não posso porque neste momento a minha família está toda doente« (dar desculpas para obter compaixão);
- «talvez seja assim» (dito num tom de voz em que o interlocutor percebe claramente que quer dizer «não!»);
- «todos os outros pensam que esta é uma boa ideia» (pressionar o interlocutor fazendo-o sentir-se isolado);
- «se os outros conseguem isto, porque é que tu não consegues?» (comparar desfavoravelmente o interlocutor);
- «claro que faço o que me estás a pedir» (dito com uma expressão de desagrado (contradição entre o conteúdo da mensagem e o comportamento não verbal)
- Silêncio (usado passivamente de forma a que o interlocutor adivinhe o que quer ou agressivamente, de forma a que sinta que o está a cansar);
- Ser simpático em demasia;
- Dizer às outras pessoas o que se gostava que o interlocutor fizesse esperando que a mensagem lhe chegue aos ouvidos; 
- Lamuriar-se;


2 - Aceder a realizar actividades que não lhe interessam só porque isto lhe foi solicitado; não pedir um favor que é legítimo e do qual se necessita; não manifestar desacordo perante algo com que não se concorda

3 – Directo/Verbal: comentários hostis e humilhantes, insultos, ameaças.
Directo/Não verbal: gestos hostis e ameaçadores, violência física.
Indirecto/Verbal: Sarcasmo, comentários maliciosos, “intriguinhas”.
Indirecto/não verbal: gestos hostis e depreciativos quando a atenção do interlocutor está orientada para outro lado.
(Assert yourself, M.D. Galassi e J.P. Galassi, Human Sciences Press, traduzido e adaptado por Catarina Dias, psicóloga do GAPsi)


A assertividade é algo que todos podemos aprender e é crucial que se tenha em atenção que ninguém é 100% assertivo.

Um aspecto que é importante ter em conta é que NINGUÉM é 100% assertivo em todas as situações. O modo que cada pessoa encontra para ser assertivo varia segundo a relação que se está a viver (pais, professores, amigos, namorado/a, crianças, etc) e da situação que está a viver (auto-afirmação, expressão de sentimentos positivos, expressão de sentimentos negativos, etc.

É um desafio todo o processo de aprendizagem da assertividade; aquilo que pode ser mais fácil para um ser, poderá não ser para outra. Cada pessoa encontrará a sua melhor estratégia para chegar a um determinado objectivo. Ser-se assertivo é uma escolha. Que vantagens tem em sê-lo?


Viver com assertividade traz segurança e tranquilidade ao ser.


Algumas atitudes, como por exemplo, preocuparmo-nos, desaparece na medida em que ao se ser assertivo aprendemos a deixar fluir, porque deixamos de lutar, agredir, defendermo-nos por sermos atacados, de competir, ter de provar seja o que for, deixar de nos punirmos, etc.

Existem muitas variáveis que fazem parte do nosso dia-a-dia que poderíamos referir. Se pretenderes mais ferramentas/exemplos de como podes viver esta aprendizagem, contacta-me.

 Ana Guerra

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Mensagem da Semana: EM CASA CANTO HÁ LUZ!

Em cada canto por onde caminhamos, mesmo quando a ausência de luz se assemelha a escuridão, encontramos penumbra, e isso significa que afinal existe luz...

Os seres humanos afastam a dor de si próprios pela razão que sabemos; mas ao vivê-la, acaba-se por deixar de a ter, além de que se compreendermos que somos nós os criadores dessa dor, então, torna-se mais fácil perdê-la.

Aprender a amar é uma tarefa diária, que nem sempre estamos conscientes disso; a maioria das pessoas considera-se sabedor do que é amar da mesma forma que acha que casar-se e ser pai é algo que se sabe desde que se nasce; se assim fosse, porque existe tanto sofrimento?

Ao partilhar a minha caminhada, posso demonstrar que as vossas crenças podem ser transformadas noutras que vos traga mais-valia na forma como se referenciam, na gestão das vossas emoções, e descubram que é possível viver em maior harmonia e equilíbrio.

É um desafio árduo como qualquer batalha, mas cada um de vós é um/a guerreiro/a e mediante essa premissa tenho a certeza que podem caminhar de fronte erguida.


Além disso, não estamos sós.


Ao nos comprometermos uns com os outros, sabemos de antemão que somos uma equipa disposta a todo o esforço e, por conseguinte, aliarmos a sabedoria e o conhecimento de cada um, fortalecemos a nossa armadura e confiança, porque estamos preparados para as intempéries.


O sorriso nasce no nosso coração, por que sabemos que alcançamos a vitória, porque a Vida não nos traz nada para a qual não tenhamos capacidades. 


Ora, se estamos unidos, a tarefa tem um desempenho melhor, na medida em que possuímos mais instrumentos do que estando sós. A escolha da solidão durante a caminhada, só é enriquecedora quando se veste de reflexão; se traz consigo o tom do abandono voluntário, isso significa ignorância e egoísmo.

Como, porque e quando é que deixamos de gostar de nós? Este é o primeiro passo para compreender a dor. Deixo-vos o desafio de me responderem, uma partilha, cujo objectivo é uma vida mais feliz!

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terça-feira, 24 de janeiro de 2017