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sexta-feira, 21 de abril de 2017

7 Passos que te garantem uma energia renovada, fortificada


O nosso corpo é feito de energia como tudo o que nos rodeia. Hoje em dia, escutamos muito sobre Física Quântica. Trouxe-nos uma perspectiva diferente, ou mais detalhada, de vermos a natureza. A explicação dos fenómenos menores, assim como os componentes da matéria.
A Física Quântica fala-nos dos átomos, quarks, eléctrons, partículas a uma escala microscópica; tem-nos ajudado a compreender muitos fenómenos que não tinham uma explicação clara. Nos seus primeiros passos ainda era questionada como verdade; ao longo dos anos, as experiências vividas certificaram as teorias.
As teorias espiritualistas e a ciência são duas abordagens, cada vez mais, de mão dada. A necessidade de existir uma explicação para os fenómenos ditos metáfísicos, tem encaminhado o homem a aliar o método científico com aquilo que é experienciado empiricamente.
Sabendo que somos feitos de energia, algumas teorias falam de que como seres humanos temos vários corpos. Tentativas de explicar algo que se supõe. Deixo-vos a questão: é relevante para se conhecerem e encontrarem um equilíbrio, uma harmonia energética, a existência de vários corpos quando somos ENERGIA? Todos “eles” são constituídos do mesmo.
Partindo deste princípio, enumeremos alguns traços que te ajudam a identificar o teu estado energético e como podes eqilibrá-lo, beneficiando disso.
Antes de passarmos ao próximo passo, gostaria de relembrar que como campo energético que somos, somos receptores e emissores da mesma. Recebemos e emitimos energia, por conseguinte, direi assim: sentimos o que nos rodeia, podemos ser influenciados assim como influenciamos o ambiente em que vivemos.

1 – Gestão dos estímulos: no dia-a-dia escutamos notícias pouco agradáveis, ouvimos opiniões contrárias às nossas, lamentações, palavras emitidas de forma gratuita, etc. A reacção pode ser impulsiva, isto quer dizer que se permite que a reacção automática comande o comportamento, de imediato; ou pode ser, mais ou menos, gerida segundo a aprendizagem de cada um (significa que há pessoas que conseguem ser assertivas consigo e com o outro). Ora, a gestão das nossas emoções é uma responsabilidade nossa e não dos estímulos (internos ou externos), como a maior parte das pessoas foi ensinada, isto é, atribui uma “culpa” aos outros, a algo externo.
A consciência de que a responsabilidade é nossa, leva-nos a encarar as emoções de forma diferente da que desde sempre o fizemos. Também nos revela que não existe um controlo, no entanto uma gestão a ser usada como estratégia eficaz. Todo o comportamento é determinado pelos valores, princípios, crenças (atitudes) que temos, nunca esquecer este aspecto.
Exemplo: costumamos cumprimentar alguém que nunca nos dá “feedback”. Automaticamente, fazemos um juízo de valor: oh, que mal educado! Há pessoas que não têm educação. Sempre maldisposto. Que falta de respeito. > É um comportamento que comummente fazemos sem ter consciência que estamos emitir uma energia menos agradável e que é a primeira que recebemos e que, geralmente, responsabilizamos o outro, uma situação que nos fez mal. Quando ao fim ao cabo, fomos os responsáveis.
Podemos mudar este comportamento. Como consequência protegemo-nos e estamos atentos a sinais internos e externos que podemos evitar viver.

2 – Uso da assertividade: a capacidade que temos de transmitir respeito por nós próprios e pelos outros, de forma directa, objectiva, honesta, serena é um comportamento assertivo.
Cada vez que reagimos de modo agressivo ou porque aprendemos que ser assertivo é dizer quantos “nãos” quisermos, poucos “sims”, ou porque somos impulsivos, desgastamos a nossa energia além de emitirmos uma frequência menos equilibrada.Isso transforma a energia vibratória ao nosso redor, influenciando-nos e aos outros.
A técnica assertiva revela-se por um comportamento maduro e sincero em substituição de um agressivo ou passivo.
Ao aprendermos a ser assertivos, somos mais felizes e sorridentes, uma vez que a alegria e a serenidade acompanha-nos.

3 – Gestão das emoções: uma emoção é uma reacção automática a um estímulo, seja interno ou externo; não se controla; podemos aprender a gerir o que sentimos, as nossas emoções. Essa gestão passa por compreender o processo cognitivo. O cérebro recebe estímulos e responde, conforme a área que receba esse estímulo.
A gestão das emoções consiste em ter consciência do que sentimos e escolher se desejamos continuar a sentir isso ou não. Não, não é impossível. A gestão não é deixar de sentir, de viver as emoções, mas sim geri-las.
Um exemplo: alguém diz que sou preguiçosa, quando eu sei que não o sou. Surge uam reacção a esse estímulo: emoção; sinto injustiça, vontade de responder. Posso escolher em ser assertiva e não responder, dizer o que sinto de forma serena. Ao mesmo tempo isso garante-me que aquela emoção se dilui. Por outro lado, poderei continuar a alimentar aquela emoção, ela cresce e transforma-se num sentimento (emoção e sentimento não são o mesmo) e faz com que eu me sinta mal e provavelmente seja impulsiva e a minha resposta pode ser da mesma frequência da que recebi.
Gerir emoções é uma aprendizagem, existem estratégias que se aplicam diariamente. Com isso a tua energia fica mais equilibrada e fortalecida.

4 – Manter uma saúde equilibrada: O respeito pelo que chamo o nosso templo – organismo, corpo físico é uma escolha e ao mesmo tempo uma aprendizagem.
Em que consiste uma saúde equilibrada? O primeiro passo é conhecermos o nosso organismo, aprender a escutá-lo, estar atento/a aos seus sinais. Sim, ele fala contigo!
Uma alimentação adequada a ele > significa que seguir o que ele precisa não é o mesmo que aquilo que é apropriado a outra pessoa, serve para ti. Nem tudo o que parece “correcto” é isso mesmo. Descobre-te.
Fazer exercícos > informa-te e escolhe os que te façam sentir bem; hoje, existe uma panóplia de ofertas, escolhe.
Medicinas > clássica ou alternativa, informa-te através de fontes que revelem garantia. Acima de tudo, uma atitude de prevenção. Estar ciente que o nosso templo gosta de nós e emite informações que podemos aprender a escutar e assim, sermos previdentes em vez de resolver após surgir.
A nossa mente tem um papel crucial na nossa saúde. As nossas atitudes e crenças determinam os nossos comportamentos.

5 – Foco em si mesmo/a: o que quer isto dizer? Somos ensinados para não sermos egoístas. Egoísmo é uma atitude em que nos colocamos em primeiro lugar em detrimento do outro, de forma muito egocêntrica.
No entanto, ser “egoísta” num sentido saudável, direi assim, é focares-te em ti. Acrescento que se o fizeres, todos ao teu redor beneficiam do que te dás. Partindo deste princípio, escolher aprender a focares-te em ti, é fantástico e ajudar-te-á a ter a melhor energia.
Um exemplo: alguém convida-te para ir ao café, ou pede que lhe faças companhia, e no entanto, não tens vontade; então, foca-te em ti,e sendo assertivo/a podes dizer “não”. Tens vontade de fazer algo que todos os que te rodeiam, dizem: não faças isso! Apesar de seres a minoria, tu sentes que o que escolhes é o teu caminho. Então, foca-te em ti e segue em frente.
Desenvolveres a tua intuição pode ser uma óptima ferramenta para ti. Garanto-te que sim.

6 – A tua energia é tua: muitas pessoas manifestam desejo de ajudar os outros, sejam terâpeutas ou não; ou porque fomos ensinados que isso é amar o outro ou porque experiencíamos a maravilhosa de dar, partilhar.
Muito bem, podemos dar, nunca esquecendo que AMAR é uma troca – dar e receber – isso significa que dar a oportunidade de dar ao outro de dar e recebermos.
A energia, de que és feito/a,vé tua e é para teu uso pessoal. Ao utilizá-la, estás a fazer um uso menos correcto, pelo facto de ela se esgotar e depois como tens para ti?
A mesma fonte que utilizas para repôr quando a usas para ti, podes utilizar para partilhar com o outro > isto significa que estás a ser um canal, exercendo uma capacidade fabulosa que possuis. A Fonte é inesgotável, então usa-a para o outro e não a tua própria energia.

7 – Focar nos teus objectivos: as pessoas ainda vivem o “stress”, a tensão que as fazem acreditar que tudo está a correr bem, e também o hábito que escolheram viver isso mesmo e acham que já não se conseguem livrar.
Ora bem, podes escolher o que efectivamente desejas, e queres, para ti, em vez de te focares no que não queres. A Lei da Atracção costuma demonstrar que ao nos focarmos no que não queremos, temos mais do mesmo. Podemos mudar isso e passar a escolher focarmo-nos no que queremos.
Essa mais-valia revela que isso permite-te deixar fluir e o curso da energia encontra menos obstáculos e dessa forma não existem bloqueios (que a maior parte são criados por nós), logo o resultado é maior energia e fortificada.


Ana Guerra

segunda-feira, 10 de abril de 2017

7 Sinais evidentes de que és uma pessoa resiliente






       Resiliência é a propriedade dum corpo recuperar a sua forma original após sofrer um choque ou uma deformação – este o significado oriundo da física, direi assim. 
       Adaptado ao comportamento humano é a capaciade que se tem de se superar, de se recuperar das adversidades sem que se seja afectado ao nível emocional. 
      Gestão das emoções é a capacidade de se manter tranquilo em momentos de tensão, conflito, "stress". 
     A resiliência ajuda-te a identificar sinais no que te rodeia, quaisquer os ambientes e sujeitos que encontres.  
      A impulsividade é muitas vezes um comportamento usual e natural. No entanto, os seres resilientes aprendem a gerir as causas dos seus impulsos, sejam internos ou externos. 
    A auto-estima revela uma maior eficácia na administração dos recursos, internos e externos, pela associação à autoconfiança, resultante na proactividade e soluções desejadas.

1 - Adaptação: ser flexível é uma forma de te adaptares às mudanças. Por exemplo, se viveres demasiado agarrado a pessoas, situações, crenças, terás mais dificuldades em aceitares o que se te apresenta no dia-a-dia, e nomeadamente a novas situações; logo a tua capacidade resiliente não é vivida, pois o medo paralisa-te e não te permite avançar.

2 - Desafio : o que é viver um desafio? Podes ver um desafio como todas as adversidades que te surjam no caminho (o que habitualmente é denominado por problemas) assim como todos os objectivos que desejas alcançar; são desafios que colocas a ti próprio/a. Ora, estares disposto/a a viver desafios é uma atitude que te prepara para ser resiliente uma vez que tens consciência dos riscos que daí advêm.

3 - Cuida da tua saúde: sê saudável, vive momentos de relaxamento, alimenta-te de uma forma nutricional efectiva (procure a tua). A auto-estima é o resultado de te focares em ti, em todos os aspectos. É fundamental que gostes de ti e da vida que tens, pois só dessa forma aprendes a valorizares-te. Gostares de ti significa cuidares do teu corpo, da tua mente, das tuas emoções. Cuidar do teu corpo é alimentares-te equilibradamente; da tua mente é respeitares os momentos contigo próprio/a; das tuas emoções, é tão simples quanto isto: gestão das mesmas (ninguém controla emoções).

4 - Vive “pontes” sociais: as conexões com os outros são cruciais para a tua resiliência, na medida em que essas relações – família, amigos, vizinhos, colegas, etc – trazem-te laços mais fortes e preparam-te para momentos e situações mais desafiantes. O ser humano diz-se que é um ser social. Com certeza que sentimos isso desde que nascemos. Criamos laços afectivos com todos os que nos rodeiam e escolhemos para nossos pares. Ao te permitires conviver com esses laços/pontes, preparas-te para gerir conflitos, riscos inerentes a essas ocorrências

5 -Ter consciência de ti e do que te rodeia: quando te dispões a viver o que desejas, estares atento aos sinais que à tua volta são emitidos, ter consciência de quem és, habilita-te a estar ciente das tuas capacidades, das ferramentas que podes utilizar. Focares-te nos objectivos a atingir, usares a sensatez, não criares ilusões quanto à realidade que vives: esta combinação é crucial para uma maior resiliência.

6 - Ser tolerante e paciente: quando aprendes a aceitares-te, significa que és tolerante e paciente contigo e com o outro; conheces as tuas capacidades e limitações; isso contribui para uma maior gestão de frustrações, atritos que surjam. Esta atitude indica que os obstáculos são transponíveis uma vez que a tua resiliência está latente em ti e pronta a ser usada automaticamente.

7 - Ser positivo: o que singifica ser positivo? Costumas escutar que ser-se positivo é pensar positivo. Muito bem, isso é insuficiente. Com certeza, eu posso pensar positivo: amanhã, vou passar no exame. É um passo. No entanto, se não existir a atitude de que és um ser optimista, positivo, de que serve ter um pensamento positivo se não acreditas nisso? Logo, o primeiro passo é viver com essa atitude. A atitude de seres positivo determinará o teu comportamento resiliente. No planeta Terra, a dualidade é uma característica da qual não nos podemos dissociar, logo, podes escolher viver sempre o lado positivo em vez do oposto.

Ana Guerra


re·si·li·ên·ci·a
(inglês r
esilience,do latim resilio, -ire, saltar para trás, voltar para trás, reduzir-se, afastar-se, ressaltar, brotar)
substantivo feminino . 1.[Física]Propriedade de um corpo de recuperar a sua forma original após sofrer choque ou deformação. 2.[Figurado]Capacidade de superar, de recuperar de adversidades."resiliência", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/resili%C3%AAncia
Atitude: é uma norma de procedimento, que leva a um determinado comportamento. É a concretização de uma intenção ou propósito. https://www.significados.com.br/atitude/

quinta-feira, 6 de abril de 2017

10 sinais que o Universo dá quando se está no caminho certo



O ser humano é um ser que, por natureza, é inseguro. Tem necessidade de protecção, certezas, garantias, e na sua maioria vindas do exterior em vez de as encontrar em si mesmo.
Desde pequeno que se habitua (devido à forma como os outros interagem em seu redor) a depender da aprovação exterior para se sentir seguro, confiante e reconhecer o valor que tem
No nosso dia-a-dia procuramos sentir que fazemos as escolhas certas (por que estão sempre a falar-nos do certo e errado) e que teremos sucesso; ainda vivemos com expectativas, o que nem sempre é uma boa estratégia devido às desilusões.
Ora bem, se atentarmos aos sinais que o Universo nos envia, uma vez que estamos ligados à nossa fonte, conseguimos descobrir que está tudo dentro de nós. Podemos escolher aprender a escutar a nossa “voz interior”.
A partir desse momento, podemos atentar aos seguintes sinais e compreender que estamos a caminhar como desejamos para nós.
 
1 - Sentir muita tranquilidade
Algumas emoções diluem-se ou desaparecem quando um estado de harmonia e tranquilidade se estabelece. A ansiedade, a tristeza generalizada, a melancolia, os medos são emoções que deixam de fazer parte com a intensidade e frequência que existiam.
A assertividade passa a ser um comportamento mais espontâneo, na medida em que conflitos interiores não são mais alimentados. Aprende-se a viver com outros valores, atitudes e crenças.
 
2 - A sua intuição fica mais desenvolvida e, por conseguinte, mais “aguçada”
Ao se viver com mais energia, focado/a em si, a intuição pode começar a emitir sinais mais proeminentes. Como? Pensamentos que surgem, sem uma explicação lógica e/ou racional; sonhos diferentes com ou sem premonições; encontro com pessoas que não víamos há muito tempo; novas amizades ou mesmo outros acontecimentos com uma sintonia evidente (sincronicidade).
A intuição é uma capacidade que pode ser desenvolvida; uns nascem com a mesma, mais desenvolvida do que outros, no entanto, existem exercícios que ajudam o seu desenvolvimento. Assim como muitas vezes não se tem consciência de determinados processos aos quais não se costuma dar significado.
A telepatia é outra capacidade com que nascemos, e usamos diariamente sem ser consciente. Também pode ser desenvolvida.
 
3 - A sua auto-estima fica mais fortalecida
Quando se vive a mudança, vamo-nos transformando. A maioria das pessoas cresce com crenças pouco positivas no que diz respeito ao seu valor. Por conseguinte, a sua auto-estima fica fragilizada. É um conceito que surgiu há alguns anos, a partir do momento em que se crescia com a necessidade de provar quem se é.
A confiança é uma infraestrutura basilar para o crescimento salutar de um ser. Sem ela a auto-estima evolui muito fragilizada. A culpa é uma manipulação criada pelo ser humano de modo a poder “controlar”outros seres humanos. A Igreja ajudou nessa crença. Libertarmo-nos dela é um sinal evidente de que se segue a voz interior.
 
4 – Tornamo-nos mais resilientes
A resiliência é a capacidade que se tem de gerir as situações adversas, desafios, sem permitir que quaisquer emoções interfiram na resistência necessária para se ir em frente. Sabendo que é a propriedade que um corpo tem de recuperar a sua forma original após sofrer um choque ou uma deformação, a analogia com o ser humano é semelhante. Uns seres possuem esta capacidade desde que nascem; outros, podem-na desenvolver.
No entanto, é saliente quando caminhamos connosco próprios em vez de nos focarmos nos outros. Com a auto-confiança, ela cresce e é mais evidente no dia-a-dia.


5 - As dificuldades diárias resolvem-se com maior fluidez
Este é um sinal fantástico. Quando nos desprendemos do que nos ensinaram como preocupações, o nosso caminho torna-se mais fluído. As crenças, valores que adoptámos como reguladores do nosso comportamento dificultam-nos, ou não, a nossa caminhada.
Ao acreditarmos em nós, confiamos em cada passo. Estamos em sintonia como Universo, e descobrimos que o que precisamos surge de forma inesperada, muitas vezes, e somos surpreendidos/as. Ao nos focarmos em nós, funcionamos como um rio, tudo flui.
 
6 – Surgem mudanças repentinas e, por vezes, radicais
Este é um sinal muito motivador, resultante da nossa atitude empreendedora. Vislumbramos que nada é igual e que, pode ser assustador, quando não estamos preparados, no entanto, é sinal de que “despimos” o que não nos é útil. Por vezes, comportamentos antigos, ainda nos trazem o medo de considerarmos o que é novo, é desconhecido e receamos. Não obstante, permitimo-nos saborear e viver a aventura do novo e o quanto isso se torna gratificante.
 
7 - Todos os comportamentos de procrastinação desaparecem
O facto de adiarmos o que sabemos/queremos para nós, adiarmos é um acto de procrastinação. Temos consciência de que isso nos desvia do sucesso que desejamos para nós, para os que nos rodeiam, porque queremos acreditar que estamos a fazer algo por nós, quando nos escutamos: amanhã, vou fazer...; quero muito ler este livro; tenho pensado em irmos ao cinema... Ora, não passam de ícones, como costumo designar, pela simples razão de que cremos que estamos a fazer algo por nós, o tal tentar.
Quando estes comportamentos desaparecem e surge a motivação aliada ao nosso poder pessoal, as nossas sementeiras produzem colheitas/frutos.
 
8 - Situações antigas desaparecem assim como pessoas afastam-se, dando lugar a novas
Este sinal manifesta que a transformação se iniciou e que nos focamos no equilíbrio da nossa energia. A sincronicidade passa a fazer parte dos sinais e surge como indício de que estamos despertos para o que efectivamente pedimos para nós.
Tudo está em movimento e transforma-se. A física quântica explica alguns dos fenómenos mais simples do dia-a-dia. Somos compostos de energia; a frequência em que vibramos proporciona-nos a atracção do que visualizamos.
Ser surpreendido é um fruto delicioso para desfrutar em consciência.
 
9 - Respeitamos mais o nosso ritmo
Ao escolhermos banir a tensão - “stress” - da nossa mente, da nossa comunicação, da forma como nos tratamos, apercebemo-nos que percorremos o mesmo trajecto, com uma velocidade diferente, e concluímos que o benefício é inequívoco por realizarmos o mesmo, com maior eficácia e menos desgaste físico.
O que significa vivermos ao nosso ritmo? Conhecermo-nos bem, o nosso organismo – templo – como ele funciona, escutá-lo, estar atento aos sinais que emite e respeitarmo-nos e a ele. É incontestável que nos sentimos mais felizes e realizados, pela harmonia que se evidencia.
 
10 – "Os meus cinco sentidos estão mais despertos; estou mais consciente"
Os nossos sentidos – olfacto, visão, audição, paladar e cheiro – são os meios pelos quais estamos em contacto com o exterior. A percepção, do que nos rodeia, chega-nos através deles. Falar com detalhe de cada um, levar-nos-ia a uma explanação extensiva.
Portanto, direi que eles nos ajudam a apreender melhor o que desejamos e a escutar a intuição, também.
Existem exercícios que podemos praticar de forma a focarmo-nos na capacidade de cada um e o quanto nos pode enriquecer. Fará com que estejamos mais conscientes de tudo. Ajudar-nos-á a focar com maior exactidão no nosso trabalho, nas nossas relações com o outro, na nossa entrega, no nosso desempenho.
 

Nota: Gostaria de fazer uma ressalva: não confundir afinidade com empatia, como usualmente é feito. Afinidade é o facto de se sentir uma conformidade, uma analogia, uma mesma frequência, como que a existências de pontes entre duas pessoas que se desconhecem. Empatia é a capacidade que temos de nos colocarmos no lugar do outro sem nos esquecermos de nós mesmos. A primeira acontece quando dois seres se encontram e sentem a mesma frequência, enquanto que empatia é uma capacidade que algumas pessoas possuem desde a nascença e outras podem desenvolvê-la de alguma forma.


Ana Guerra






quarta-feira, 29 de março de 2017

A probabilidade de ter sucesso numa relação depois dos 50 anos


Sugeriram-me um tema como debate num artigo: que factores são cruciais para o sucesso de uma relação depois dos 50 anos.
Poderei referir que esses factores são necessários em qualquer relação, seja em que idade cronológica, uma vez que são pilares para a mesma.

Iremos referi-los, mais à frente.

O que geralmente acontece, nas relações após os 50 anos, é que as pessoas têm muitos medos e expectativas, que as condicionam na sua nova relação. 
Têm hábitos que costumam interferir naquilo que procuram. Daí, a probabilidade de terem sucesso ser menor, uma vez que não são assertivos na sua comunicação.

O pilar basilar de qualquer relação é a confiança. 
Quem acreditar que não é crucial, as suas relações são fugazes, sem verdade. 
Quando se é jovem, a confiança é mais espontânea; à medida que se vive mais do que uma relação, pode surgir a insegurança, a desconfiança. Ora, é possível existir uma relação sólida sem confiança?

A confiança e a verdade precisam de estar de mãos dadas em todas as relações, no entanto, é essencial nas relações a partir dos 50, uma vez que as pessoas têm muito medo de sofrer. 
Claro que diria, que isso acontece em todas as relações, principalmente todas que não são as primeiras. Todas as pessoas que tiveram uma relação com sofrimento, têm muito medo de voltar a passar pelo mesmo.

          É importante que as pessoas se conheçam a elas próprias. 
         Será que isso acontece? A maior parte das pessoas são seres maduros? 
         Parece que nem sempre,ou maioritariamente isso não sucede.

Ora bem, um dos grandes desafios das relações após os 35, diria, é exactamente dois seres poderem crescer junto, lado a lado, com assertividade. Outro desafio é viver com a sua individualidade. Todas as relações que deixam de viver a liberdade do outro, acabam por cair em erros do passado.

Interessante... À medida que escrevo, sinto que cada aspecto é crucial em qualquer relação – gostaria de deixar isto bem claro, aqui. No fundo todos estes aspectos são necessários ao sucesso de qualquer relação.

Ora, falámos de confiança, verdade, assertividade, maturidade… 
Que podemos referir mais?

Descobrir que ser feliz está em cada um, e não propriamente no outro, também é sinal de prosperidade numa relação. Todos os que ainda acreditam que ser feliz depende do outro, têm mais do mesmo, como se usa dizer. Logo é primoroso amarem-se a si próprios, primeiro. Só podemos dar o que damos a nós, em primeiro lugar.

O companheirismo é outra “veste” que faz parte do nosso guarda-roupa. E, juntamente a cumplicidade. É maravilhoso viver momentos cúmplices, de aventura, de descoberta. Todas as que perdem este colorido têm tendência a diluírem-se. Mesmo que aquilo que é denominado como romantismo faça parte desse companheirismo, a sedução faz parte duma doce e rica combinação. A amizade é a revelação desta simbiose.
Referimos alguns dos ingredientes para construir uma relação de sucesso. Está na paleta!

Vamos descascar alguns aspectos?

Como viver a assertividade? Sermos verdadeiros connosco prórios/as e deixar de ter medo de partilhar o que se sente. Assertividade significa tranquilidade, dizer o que se deseja comunicar sem agressividade, com clareza. Ao vivermos a verdade, a assertividade faz parte do nosso comportamento para si e para o outro.
A estrutura basilar – amizade – nasce a partir de cada passo e entrega.

Ter consciciência dos valores, atitudes, crenças que temos é relevante de modo a que aquilo que tememos não se repita. Muitas vezes, crescemos com comportamentos que se tornaram hábitos e não nos aperbemos que isso determina aquilo que pretendemos evitar.

Outra ideia préconcebida que as pessoas a partir de uma determinada idade têm é que a paixão não existe mais, que não faz sentido. 
Ora bem, a paixão é um dos estados mais maravilhosos que o ser humano pode desfrutar. A paixão existe em todas as áreas do nosso caminho, logo é antes uma atitude do que ser um estado de espírito. Também, sabemos que muitos acreditam que a paixão nasce no início da relação (muitos confundem atracção física, ou outra, por paixão; é um erro crasso) e que depois desaparece.
Poderei partilhar convosco que isso segue estes parâmetros se fôr a vossa crença, uma vez que não precisa ser desta forma. A paixão vem e vai. Ou até mesmo vivê-la sempre, com mais ou menos intensidade, direi assim.
O ser que amamos é alguém pelo qual poderemos estar sempre apaixonados. Isso depende de cada um de nós. Sabemos que a rotina é algo que mina qualquer relação, até mesmo a que tem consigo próprio/a.
Outra questão, que me apercebo que as pessoas a partir dos 40 anos, por exemplo, no que diz respeito a uma relação que desejam, é se esquecerem que tudo o que aprenderam pode ser benéfico e ter como objectivo: acreditar que não existem desafios que não possam ser vencidos pelos dois. Ao acreditar que isto é possível, a relação cresce e amadurece, a confiança entre ambos é de tal forma coexa, que se sentem seguros por essa certeza: que juntos conseguem vencer.